Se isto ainda é um blog, a um post ainda tenho direito:
O quanto pode-se de fato sentir falta de algo, ou de alguém, se muito daquilo que construímos parte de nós mesmos? Se damos ao outro as qualidades que desejaríamos ter, ou ter por perto, se damos ao outro a confiança que desejamos tanto a nós...? Como separar, de fato, aquilo pelo outro provido daquilo que interpretamos como ofertado? Como lidar com os sentimentos que já nem sabemos se são reais ou resultado de fantasias absurdas de mundos ideais, sonhos e devaneios que nos ocorrem, em sã consciência ou inconscientemente? Como saber? Ou... não saber? A graça de muitas coisas está no não-saber, no inesperado, no elemento surpresa, mas............ não, não isso, não.
Eu quero saber. O que fazer em seguida, como seguir adiante, quem vale a pena deixar para trás, e aquele que devemos fazer questão, não importa o preço que se peça. Não importa.
E se o mundo pudesse ser guiado por uma Magic 8-Ball, então ela seria deus. O que ainda assim complicaria muito minhas questões atéias. Merda. Não se pode ser feliz sem pôr em cheque tudo o que antevem?
Não. Creio que não...
1 comentários:
Como separar o que a gente acha que vê do que realmente existe? Acho que a questão é outra: como saber em qual ponto a gente viu e interpretou certo, sem (muitas) distorções?
Estou completamente sem inspiração pra escrever qualquer coisa já que não estamos mais invictos...
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